por O.Heinze
Em se tratando de inconsciência, quando Jesus esteve no mundo, as pessoas acreditavam que a guerra era capaz de salvá-las.
Por isso, quando Pôncio Pilatos ordenou que dentre Jesus e Barrabás o povo escolhesse um para ser livrado da crucificação, salvaram o ladrão, pois ele era um hábil guerreiro em revolta armada.
Em contrapartida, Jesus era um Santo e pacificador, jamais resolveria as questões através da violência, visto que ele veio com a missão de salvar o mundo.
Porém, apesar de tudo que Jesus ensinou e exemplificou ao povo sobre amor, justiça, misericórdia, caridade, compaixão, a população escolheu um ladrão assassino para representá-la, achava que seria libertada do domínio romano através da força bruta.
Claro que havia nessa má escolha do povo a influência dos escribas e fariseus, e do próprio Pilatos, porque tinham interesse nesse desfecho cruel sobre o Messias.
Ainda nos dias de hoje o mundo perpetua a sina de ser comandado por manipuladores, escravagistas, ditadores, corruptos, ladrões e assassinos, sempre disfarçados de santos, enquanto pessoas inocentes e boas continuam sendo “crucificadas”.
Parece que as palavras do Cristo “dai a César o que é de César“ ainda é atual. Quantos Césares e líderes religiosos se disseminaram no mundo, mantendo o povo à mercê deles?
Quanto às guerras? Elas continuam!
Santo André SP Brasil
26 de março de 2026.
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